quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Retrospectiva OIAEU 2016




Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais, turma da tarde.

O ano aqui na entidade começou com as oficinas de dança, do ventre e street, capoeira, artes, instrumentos musicais e informática. 
Quem dava as aulas de dança do ventre era a professora Jacqueline e o professor João que nos ensina Street Dance até hoje. Na capoeira aprendemos acrobacias e golpes, além de aprender canções, que cantávamos e acompanhávamos com instrumentos como o berimbau e o pandeiro ou com palmas. 
Quem cuidava da oficina de arte era o Jefferson, que hoje é nosso educador. Com ele fizemos pintura em tela, grafite e decorações para as festas dos aniversariantes do mês, haloween e natal, por exemplo, além da nossa árvore da convivência, onde lembramos os valores que prezamos aqui, como respeito e educação. 
Na oficina de informática aprendemos sobre softwares e hardwares. Já na oficina de instrumentos musicais aprendemos a tocar cajon, triângulo, pandeiro, meia-lua, violão e agogô. 
No meio do ano mudamos para a sede atual do OIAEU e nela retomamos a nossa orquestra com o maestro Lázaro, nela aprendemos a tocar flauta, doce e transversal, violino, viola, escaletae violão cello, e com ela nos apresentamos em diversos lugares. 
Já no final do ano começamos a oficina de mías sociais, onde escrevemos textos sobre diversos assuntos, entrevistas, e tiramos fotos para este blog, Facebook e Instagram. 
Além das oficinas nós fomos em alguns passeios este ano, como para o planetário do Parque do Ibirapuera, a Bienal do Livro, o Parque Centenário em Mogi e para o cinema assistir o filme Esquadrão Suicida.
Foi um ano de muito aprendizado e alegria e esperamos que o próximo seja ainda melhor. 
Feliz ano novo à todos!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O Meu Futuro - por Juliana Lima

Foto: Bruno Wood , site: FreeImages.com



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais.



Primeiramente, boa tarde ou bom dia. Vou começar contando um pouco de mim: eu me chamo Juliana, tenho 14 anos, sou uma menina um pouco tímida, gosto de ler e estudar, me preocupo muito com a minha família e, principalmente, com o meu futuro. Eu quero ser uma menina trabalhadora e que todo mundo me enxergue com um olhar diferente, quero mostrar o que eu aprendi com todo o meu esforço. 

Bom, metade das coisas que eu sei eu aprendi dentro do OIAEU, que é um lugar onde eu tenho a oportunidade de ter um futuro melhor, o OIAEU é uma ONG muito importante para todos os que querem ter um bom futuro, assim como eu, esta ONG só tem o melhor para oferecer, ensinar, mostrar o que é ser uma pessoa exemplar, é um lugar onde ganhamos vários conhecimentos e onde os educadores Evelyn e Jefferson, as coordenadoras Tamires e Célia, e os colaboradores que também fazem parte do projeto e todos nós somos irmãos e família. 

Quando eu crescer eu quero ser uma boa educadora assim como os educadores daqui, ensinando, educando as crianças, tudo no tempo certo. eu escolhi esta profissão porque eu amo crianças e, apesar de não ser fácil lidar com elas, acho que eu tenho muita paciência e daria o melhor de mim para mostrar que eu sou capaz. Tenho certeza que do mesmo jeito que eu me esforço você também pode se esforçar, basta você ter força de vontade e muita sabedoria. Você deve ouvir a palavra Deus, esta palavra é muito importante na vida de todos nós, porque Deus é o nosso salvador e ele sim faz a nossa vida e ele sabe qual é o caminho certo que devemos seguir, mas, como eu disse, basta você querer. 


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Entrevista com a educadora Evelyn Chiarelli

Entrevistamos Evelyn Souza Chiarelli, 26 anos, educadora da ONG OIAEU e contamos agora como foi o papo.

Evelyn, Talia e Daniel. Foto: Bia


Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem: Tália dos Santos, Daniel da Silva, Letícia Pereira, Gabrielly Oliveira, Caue dos Santos e Joseph Ritchelli.

O que você faz aqui no OIAEU?

Sou educadora social.

O que trouxe você até aqui?

Na verdade eu não conhecia bem o projeto, eu conhecia a creche. Eu trabalhava no CIC e conheci a Célia, coordenadora, e ela me convidou para vir conhecer a ONG, e disse que eles precisavam de uma pessoa para trabalhar com as crianças e eu precisava da experiência, então eu topei o desafio.

Qual a sua opinião sobre a ONG?

O trabalho feito aqui é muito importante, mas está sendo pouco divulgado, precisa divulgar mais, as pessoas precisam saber o quão serio nós somos e, pra isso precisamos mostrar o que é feito aqui dentro, que é um trabalho muito sério e importante. Só falta visibilidade. 

Você se adaptou rápido ou foi muito difícil no início?

No começo foi bem complicado, eu estava com uma parte teórica muito programada, mas eu não sabia da prática na sala de aula, a pesar daqui não ser uma sala de aula,  mas a vivência que temos com as crianças é muito próximo disso. Foi difícil porque um direcionamento mas, através da coordenação, eles me mostraram um caminho o mesmo que facilitou, mas o começo foi muito complicado.

O que você acha do ambiente desta casa?
No começo era mais difícil, né? Eu acho que o espaço não ta adaptado totalmente ainda as nossas necessidades, mas acho que tudo é questão de tempo, então se adaptando, já melhorou muito e acho que vai melhorar mais.

Fotos: Bia


Você gosta de trabalhar aqui?

Gosto, principalmente por causa das crianças, elas são a minha motivação todos os dias.

Como é seu relacionamento com os outros funcionários?

Todo mundo se trata bem, com muito respeito. eu sou muito grata pela oportunidade.

Você tem amigos no local de trabalho?

Tenho, todos são meus amigos, da cozinheira até a coordenadora.

Você gostaria de avançar de cargo aqui?

Não, vou ser bem sincera, eu gosto do que eu faço. Acho que mais do que isso não é para mim, de repente em uma outra situação, mas agora não.

O que você acha de trabalhar com crianças?

Eu adoro, não é atoa que eu escolhi isso pra minha vida, escolhi fazer isso pra sempre. E isso me trouxe benefícios tanto na minha casa, me dando mais paciência, como aqui, profissionalmente.

O que você ensina para eles?

A gente trabalha muito a ética, a cidadania, a visão moral e o melhor convívio em sociedade. A gente se adapta às necessidades deles também, se eles estiverem com alguma necessidade a mais nós vamos adaptando. 

Você pensa em largar eles aqui?

Não, a gente não pode criar raízes, ainda mais em lugares de aprendizagem, aqui eu levo como uma aprendizagem. Como o meu foco é em edução infantil então eu quero dar aula, trabalhar com alfabetização. Mas vou ficar aqui até quando eles precisarem de mim depois que eu me formar a gente vai ver o que o futuro nos reserva.

Em que área você gostaria de trabalhar?

Eu estou me formando o ano que vem para trabalhar com educação infantil, eu adoro trabalhar no projeto social, como experiência foi excelente,  mas, eu estou terminando a faculdade de pedagogia no ano que vem  e o meu foco é a educação infantil.

Você só trabalhou aqui ou já trabalhou em outros lugares?

Trabalhei em outros lugares. Fui durante seis anos vendedora no Brás, foi meu primeiro emprego. Depois disso cuidei um ano do meu, após este ano fui trabalhar no CIC, com o Bolsa Família, na frente de trabalho da prefeitura.

Você colocaria seu filho aqui no OIAEU?

Com certeza, ele ainda não tem idade, mas confiaria totalmente em deixar ele aqui. 

Muito obrigada pela sua atenção.
Obrigada.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O passeio da turma da manhã ao Parque Centenário

No dia 25 de novembro nós fomos para o Parque Centenário de Mogi das Cruzes.



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais, autores: João Marcos e Igor Emanuel
 O parque é uma homenagem à cultura japonesa e sua imigração ao Brasil e lá falavam a história desde quando os japoneses chegaram à Mogi das Cruzes, ao chegarmos o nosso educador, Jefferson, fez uma trilha com agente no parque todo. Eu achei muito legal, lá tinha um museu que falava sobre os japoneses com uma réplica de um guerreiro samurai, um piano, um gato japonês e contavam a história dos japoneses. Vimos muitos animais também, no meio da trilha tinham macacos e no lago tinham patos e filhos de patos, que se assustaram com nossa presença. No parque não é permitido entrar na água, mesmo assim alguns entraram e molharam só os pés, aí a maioria ficou de castigo por um tempo. Apesar disso jogamos bola, tiramos fotos, brincamos na escultura de tetris, tomamos banho de chuva, brincamos de esconde e esconde, pega-pega, brincamos de guerra de água. Também tomamos refrigerantes, comemos pão com presunto e frutas. Ficamos seis horas e conhecemos o parque todo,foi muito bom!


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O que somos dentro da ONG Oiaeu

                                                                                                                                                                                               Foto: acervo
Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autora: Juliana Lima

Dentro do oiaeu somos todos amigos, irmãos, família, entre outras coisas. Nesta ONG aprendemos vários conceitos à cada dia da semana por exemplo, respeitar, obedecer e principalmente a amar o próximo, nos tornamos diferentes porque sabemos o que é certo e errado. portanto temos que compreender e colaborar com nossas obrigações. O OIAEU é um lugar que tem só o melhor para oferecer para o próximo. Aqui existem pessoas que trabalham porque nos amam, que querem o melhor para nós e que sabem nos educar, como se fossemos seus filhos. O OIAEU é o lugar certo para as crianças crescerem, aprenderem e terem mais educação.
Isto tudo faz parte do OIAEU, então venham conhecer um pouco do nosso trabalho e nossa história, porque se eu for contar tudo irei ficar aqui até amanhã. Então venha apreciar as qualidades que existem dentro desta entidade e não irão se arrepender, OK?

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Entrevista com o oficineiro Felippe Rosell

Foto: Caetano

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem: Daniel, Gustavo

Entrevistamos Felippe Rosell, 31, que responsável pela oficina de mídias sociais para adolescentes, nos períodos da manhã e tarde.

Faz quanto tempo que você trabalha aqui? 
Estou com esta oficina há um mês, mas já tinha feito alguns projetos com a ONG no passado.

O que trouxe você ate aqui?Eu gosta do trabalho que o OIAEU faz . eu acredito na solidariedade e trabalho social.

Você gosta de trabalhar aqui?Gosto muito. O OIAEU faz um trabalho importante dando suporte para crianças e adolescentes e é muito bom ser parte disso.

Qual a importância das mídias sociais?
As mídias sociais são responsáveis por grande parte do contato entre as pessoas hoje em dia, através dela as pessoas se informam, se divertem e consomem. Então é importante conhecer e saber como lidar com ela em uma esfera particular e profissional, com inteligência e cuidado. 

Em que área você se formou?Sou formado em turismo pela Faculdade Cásper Líbero e especializado em gestão de negócios pelo SENAC.

Fale um pouco mais sobre você.
Moro em Suzano, sou solteiro, gosto de música, toco violão e gosto de assistir filmes e séries.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Pequenos fragmentos sobre o dia a dia da entidade.



Hoje vamos fazer um texto um pouco diferente do normal. Vamos postar alguns pequenos trechos com a visão dos adolescentes participantes da ONG. Abaixo seguem textos tanto da turma da manhã quanto da turma da tarde:


"Quando eu entrei no OIAEU eu aprendi sobre um monte de coisas sobre música,dança e artes, na aula do Jefferson. A aula do Felippe é uma nova oficina de textos ,entrevista , fotos e etc. 
Na aula do maestro eu aprendi a tocar flauta doce e depois eu vou a aprender tocar violino, flauta transversal e piano. A flauta fez uma grande diferencia na minha vida.
De vez em quando nos saímos para lugares diferentes também, este mês fomos ao Parque Centenário, por exemplo."   Kawane Gabrielle.




"Uma das minhas oficinas favoritas é a de dança, o oficineiro de dança é muito legal.

A dança é bom pra quem pratica esporte, para fortalecer os ossos, para melhorar a sua respiração e ajuda a se ter mais tempo de vida. Eu gosto muito da aula de dança, dança é muito bom para a saúde. Ela também ajuda os adolescentes e crianças a perder a timidez e a vergonha, além de você também poder aprender paços diferentes. Por isso é muito bom dançar."  Thiago Palacin Lopes.


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Entrevista com a coordenadora Célia de Fátima Carvalho

Foto: Reprodução Facebook.



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem: Beatriz Barbosa, Dario Leandro, Kauana Beatriz e Yasmim Pereira.


Entrevistamos a Célia de Fátima Carvalho, 57 anos, que é coordenadora e uma das fundadoras do OIAEU.


Como você teve a ideia de montar a ONG?

Foi um grupo, na verdade. No ano de 2000 nós fizemos uma entrevista com trinta crianças e adolescentes que trabalhavam nas ruas e diante desse problema resolvemos criar o projeto.

Com que objetivo o OIAEU foi criado?

Com o objetivo de transformar a sociedade para que seja mais justa, mais humana , mais respeitosa em relação às crianças e adolescentes da nossa cidade.


Qual foi a sua primeira impressão no incio?


Eu tive uma impressão bem legal, nós estávamos em um sonho de contribuir com a nossa cidade, fazer dela um pouco mais justa para todos.

Qual foi a maior dificuldade no começo?

Foi a falta de recursos e de estrutura, a gente não tinha uma sede e tínhamos que nos reunir na escola aqui perto aos domingos , trazíamos lanches para dar às crianças.

Por que o nome “OIAEU”? E, se pudesse mudar, qual escolheria?

OIAEU foi um nome criado por um artista plástico chamado Aroldo, que fazia parte do grupo de pessoas que queria transformar, aí ele criou esse nome e nós aceitamos. Eu não mudaria porque aonde vamos somos reconhecidos pelo nome, e isso é bem legal.

Qual é seu objetivo dentro da ONG?

Então, não é só meu e sim de um grupo de pessoas que tem a missão que é contribuir com o empoderamento de crianças, adolescentes e famílias que a gente ajuda a promover a inclusão social.

Quanto tempo faz que você trabalha no OIAEU?

Desde o ano passado, 2015. Eu sempre fui voluntaria, atualmente eu sou profissional.

Você se da bem com todos os funcionários?

Então, aqui a gente tem amizades profissionais e muito respeito, temos uma boa relação profissional.

O que você quer passar para as crianças e adolescentes?

Vocês são o principal objetivo da ONG, se não forem vocês não tem sentido o nosso trabalho e que vocês podem ajudar a ONG à ser um bom modelo.

Que mensagem você quer passar para os funcionários?

Que abracem a causa, aqui temos uma missão social e esperamos que os funcionários abracem esta causa e não estejam só pela questão salarial.

Você pensa em desenvolver algum outro trabalho com a ONG? 

Eu tenho um sonho de fazer um projeto com idosos dentro da ONG.

Você já trabalhou em outro lugar que não tinha nada a ver com a ONG?

Sim, já trabalhei em empresas, já trabalhei em hospitais que, realmente não tem nada a ver com o trabalho que desenvolvo na ONG.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Passeio ao Parque Centenário da imigração japonesa, 30/10

Foto: Jefferson Lima


Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais, autores: grupo da tarde.


Na sexta-feira, dia 30 de outubro, fomos ao Parque Centenário em Mogi das Cruzes. Enquanto nós estávamos no ônibus gritamos e cantamos bastante. Quando nós chegamos no parque, primeiro colocamos nossas coisas em um quiosque e depois demos a volta no parque inteiro. Depois fomos brincar e alimentar os ganços e os patos. Nós vimos um monte de bichos: pássaros, quero queros e outros que são "da hora" por que eles correm atras das crianças e é super divertido .

O parque é um lugar com vários espaços interessantes, lá temos como relaxar, conversar, brincar, tirar varias fotos. Ele tem o wi-fi de graça onde podemos pesquisar algo, ver videos engraçados e outras coisas. O Parque Centenário é um lugar onde há boas influências e com pessoas de todo o tipo. Infelizmente tem crianças que nem devem conhecer o parque. 

Nós agradecemos à direção da ONG OIAEU por este passeio que, não é o primeiro, e foi muito bom, nós agradecemos também aos educadores e colaboradores da entidade.

Fotos: Jefferson Lima


A visita também rendeu um poema:


Parque Centenário e as pessoas que convivemos.

Por: Joyce Alves

"Será que nesse mundo há lugares bons em que podemos conviver com pessoa que nem sequer conhecemos e com pessoas boas para se conhecer?

Você já ouviu falar do Parque Centenário? Mas, claro que já...

O parque centenário é um lugar lindo

Com muitas coisas pra se descobrir e conhecer

Mas deixa eu te fazer uma pergunta:

Como você pode ir a um lugar legal e não se perguntar quem faz o lugar?

Que tipo de pessoas passaram por aqui?

Elas são boas? Elas são ruins? Eles têm sentimentos? Que tipo de pessoa eles são?

Eu não sei, você sabe?

Não vamos julgar, pois nós somos seres humanos 


Não julguemos pela aparência, as aparências enganam. 

Nem pelo que fazemos, todos tem defeitos

Você já pensou em conhecer as pessoas que esta no mesmo lugar que você? 

Mesmo que a gente não conheça, dizer pelo menos um bom dia 

Se importar com as pessoas, mesmo as que nós não conheçamos.

Todos somos importantes, mesmo aqueles que não se sentem alguém na vida 

Faça essa pessoa se sentir importante

Mostre afeto, carinho, que você se importa.

Você e eu somos importantes, esqueça as diferenças 

Você pode mais do que você já conseguiu 

Juntos vamos abraçar aqueles que se sentem diferente de nós

Somos seres humanos, só muda o jeito de ser...

Esse recado e pra você que esta lendo

Você pode mais do que você já conquistou"

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Palestra com o autor Marcos Costa

Autor do livro: Binho o menino que tinha medo do conselho tutelar, faz palestra com crianças e adolescentes.


Fotos: Fernando, Larissa, Kauane e Veronica Scarcella.

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autores: Cauê Henrique, Fernando Teo dos Santos, João Marcos, Thiago Palacin Lopes e Vitor Ferreira.


No início do mês nós do turno da manhã tivemos a oportunidade de participar de uma palestra com o autor e educador Marcos Costa que, juntamente Lucineide Costa, escreveu o livro Binho, o menino que tinha medo do Conselho Tutelar. Todos gostaram da palestra do autor, apesar da maioria das crianças e adolescentes terem ficado com vergonha por ele ser um desconhecido para nós. 
Durante o encontro fizemos a leitura do livro para nos familiarizarmos com o assunto que ele tratava, Marcos realizou algumas atividades com as três em relação ao que sentíamos ao ouvirmos a expressão Conselho Tutelar.
Ele disse que o Conselho Tutelar não era bem o que pensávamos, que ele serve para proteger e garantir que os direitos das crianças e adolescentes estão sendo respeitados.
CJ Margarida e Lar Betânia foram duas das entidades que também marcaram presença no evento. Aprendemos muito sobre o assunto, aprendemos que conselho tutelar não é o monstro que algumas escolas fazem parecer ser quando o chamam por qualquer coisa que aconteça, e que Conselho Tutelar não rima com medo e sim com direitos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Festa em dobro

Fotos: Fernando, Larissa, Kauane e Veronica Scarcella.



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autores: Cauê Henrique, Fernando Teo dos Santos, João Marcos, Thiago Palacin Lopes e Vitor Ferreira.
    
No dia 4 do mês de Novembro, tivemos uma manhã festiva aqui no C.A.A.T. OIAEU. Neste dia estávamos comemorando os aniversários do mês anterior junto a nossa festa do Halloween.

O educador dos adolescentes Jefferson, estava pintando o rosto de alguns alunos, outros já saíram de casa caracterizados. Nós adolescentes queríamos fazer uma sala do horror, para brincarmos com as crianças, mas para o nosso descontentamento não foi possível, porque a sala seria usada para o teste de visão, após o teste ganhamos algodão doce.

Antes do nosso assistimos à alguns vídeos de dança para nos divertimos um pouco, foi muito legal e até alguns dos funcionários dançaram juntos com a gente. Sem contar que durante a festa as mesas de pebolim e tênis de mesa estavam armadas lá no fundo da nossa casa.

Após o nosso almoço tivemos o nosso bolo, um de morango e outro de chocolate, ambos eram lindos e deliciosos por sinal.

Foi um dia de diversão e mal podemos esperar a comemoraçãodo mês que vem.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Entrevista com o educador Jefferson de Lima

   Entrevistamos Jefferson de Lima, 25 anos, educador da ONG OIAEU para saber um pouco mais sobre ele e seu trabalho na ONG.


                                                                                                                       Fotos: Fernando, Larissa, Kauane e Veronica Scarcella.


Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem:  Beatriz Barbosa, Dario LeandroKauana Beatriz e Yasmim Pereira.

Qual é o seu objetivo dentro da ONG?
Que vocês saiam da ONG diferente de como entraram.

Como você conheceu a ong? E qual foi a sua primeira impressão ? 
Eu conheci o OIAEU através de um amigo com quem eu trabalhava, fomos convidados para pintar a antiga sede, depois fui chamado para uma reunião, fizeram um teste, virei oficineiro e estou aqui até hoje. No começo eu fiquei com medo, porque era uma experiência nova.

Há quanto tempo você trabalha na ONG?
Eu tenho um vínculo com a ONG desde 2011.

O que você quer passar para as crianças e adolescentes da ONG?
Eu quero passar uma coisa diferente, não só brincadeira, quero mostrar um pouco da minha arte de como eu sou, e do que a ONG pode passar de melhor para vocês.

Você pensa em ter trabalhos futuro com a ong?
Sim, eu penso em fazer muita coisa boa com ong, eu tenho muita coisa a passar, e muita coisa boa que eu quero fazer aqui dentro da ong.

Por que você resolveu seguir o rumo artístico?
Desde pequeno ,quando eu tinha 9 anos, meus pais e meus tios começaram a me incentivar a seguir o rumo artístico.

Em que artista você se inspirou?
Em Michelangelo, gosto do Leonardo da Vinci, mas prefiro Michelangelo.

O que é arte para você?
A arte para mim é tudo, é o que eu sei fazer.

Qual foi a sua maior dificuldade em trabalhar com arte?
Minha maior dificuldade foi ensinar o que eu sei fazer.

Onde você mora ? E a quanto tempo ?
Em Mogi das Cruzes, à 25 anos.

Você se dá bem com todos os seus colegas de trabalho?
Sim, com todos.

Muito obrigado pela entrevista!
Eu que agradeço

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Dança

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autora:Joyce Alves dos Santos

A dança é tudo para mim eu aprendi coisas importantes com ela que não apenas uma dança.

A dança te dá força de vontade, dedicação e concentração.

Na aula você sempre vai ter alguém pra te ensinar, seu professor de dança. Ele é como um espelho que você tem que observar para adquirir coisas boas pra sua vida, quem te faz aprender que na sua vida você vai sempre ter alguém em quem se espelhar e dizer: eu quero ser sim, eu quero ser alguém na vida. 

A dança é um modo de você se expressar, tudo que fazemos, se percebermos quando estamos fazendo uma dança com certo um ritmo na aula, ele tem um significado e você não precisa falar para demonstrar que a dança é tudo pra você.

Há dançarinos profissionais que sabem fazer todo tipo de dança, mas o importante é que quando eles dançam contagiam as pessoas, chegam a tocar o coração de quem assiste e os inspiram a querer dançar e prender os ritmos para também se expressar. 

Isto é o importante na dança, se expressar e dizer o que aquele dança significa para você, dançar no meio da multidão mesmo achando que vai passar mico e que todos vão rir de você. Mas não, com a dança você adquire postura e confiança no ritmo para fazer aquela dança contagiar quem assiste.


Então invente uma dança, coloque uma música e tente fazer as pessoa entender o que você quer transmitir.


Toque o seu coração para você entrar no ritmo da dança

terça-feira, 1 de novembro de 2016

1º Manifestação pelos direitos das crianças e adolescentes do OIAEU


1º Manifestação pelos direitos das crianças e adolescentes do OIAEU


OIAEU protesta pelos direitos de crianças e adolescentes de Ferraz de Vasconcelos

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autores: Cauê Henrique, Fernando Teo dos Santos, João Marcos, Thiago Palacin Lopes e Vitor Ferreira.


Alguns dos adolescentes do C.A.A.T ´´oiaeu``, participam das reuniões do FMDDHCA/FV (fórum municipal de defesa dos direitos humanos da criança e do adolescente)e, em um evento realizado por esse fórum, todos os candidatos a prefeitos – inclusive Zé Biruta – assinaram a carta 26 – que representa os 26 anos do E.C.A (Estatuto da Criança e do Adolescente), esta carta apresenta os 26 pontos mais importantes de todos os nossos direitos.

Aproveitando que o nosso futuro prefeito Zé Biruta comprometeu-se a cumprir com os pontos da carta, e, como todos sabemos que se não cobrarmos nada ira acontecer, escolhemos um funk e fizemos uma paródia, com a ideia de fazermos uma manifestação para cobrarmos do nosso prefeito os nossos direitos em questão de: educação, saúde, lazer, convivência familiar e comunitária, etc. Outro motivo para o nosso protesto é a melhoria da condição de trabalho dos funcionários municipais, também queremos mudar Ferraz de Vasconcelos, queremos ter quadras esportivas de boa qualidade, para a prática de basquete, de futebol, pistas de skate e etc...

Estamos em busca de patrocinadores, bancos, supermercados e empresas em geral. Também precisamos de professores de música popular, capoeira e outras artes-marciais. Todos sabem que isso é muito importante para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. 

Essa manifestação não será pequena, por hora podemos confirmar que a primeira manifestação será em frente a estação de Ferraz de Vasconcelos, só a data que não está confirmada, mas quando estiver divulgaremos em nossas redes sociais e por aqui no blog. Esperamos que esta não seja a única e que tenhamos muitas manifestações por toda cidade.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Bem Vindos!







Este será o espaço de exposição de ideias e projetos. Por este canal falaremos sobre projetos em andamento, projetos futuros e o dia a dia da entidade. A princípio a grande parte dos textos postados aqui serão produzidos pelos adolescentes da ONG através da Oficina de Mídias Sociais. Esperamos que gostem.