segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Entrevista com a coordenadora Célia de Fátima Carvalho

Foto: Reprodução Facebook.



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem: Beatriz Barbosa, Dario Leandro, Kauana Beatriz e Yasmim Pereira.


Entrevistamos a Célia de Fátima Carvalho, 57 anos, que é coordenadora e uma das fundadoras do OIAEU.


Como você teve a ideia de montar a ONG?

Foi um grupo, na verdade. No ano de 2000 nós fizemos uma entrevista com trinta crianças e adolescentes que trabalhavam nas ruas e diante desse problema resolvemos criar o projeto.

Com que objetivo o OIAEU foi criado?

Com o objetivo de transformar a sociedade para que seja mais justa, mais humana , mais respeitosa em relação às crianças e adolescentes da nossa cidade.


Qual foi a sua primeira impressão no incio?


Eu tive uma impressão bem legal, nós estávamos em um sonho de contribuir com a nossa cidade, fazer dela um pouco mais justa para todos.

Qual foi a maior dificuldade no começo?

Foi a falta de recursos e de estrutura, a gente não tinha uma sede e tínhamos que nos reunir na escola aqui perto aos domingos , trazíamos lanches para dar às crianças.

Por que o nome “OIAEU”? E, se pudesse mudar, qual escolheria?

OIAEU foi um nome criado por um artista plástico chamado Aroldo, que fazia parte do grupo de pessoas que queria transformar, aí ele criou esse nome e nós aceitamos. Eu não mudaria porque aonde vamos somos reconhecidos pelo nome, e isso é bem legal.

Qual é seu objetivo dentro da ONG?

Então, não é só meu e sim de um grupo de pessoas que tem a missão que é contribuir com o empoderamento de crianças, adolescentes e famílias que a gente ajuda a promover a inclusão social.

Quanto tempo faz que você trabalha no OIAEU?

Desde o ano passado, 2015. Eu sempre fui voluntaria, atualmente eu sou profissional.

Você se da bem com todos os funcionários?

Então, aqui a gente tem amizades profissionais e muito respeito, temos uma boa relação profissional.

O que você quer passar para as crianças e adolescentes?

Vocês são o principal objetivo da ONG, se não forem vocês não tem sentido o nosso trabalho e que vocês podem ajudar a ONG à ser um bom modelo.

Que mensagem você quer passar para os funcionários?

Que abracem a causa, aqui temos uma missão social e esperamos que os funcionários abracem esta causa e não estejam só pela questão salarial.

Você pensa em desenvolver algum outro trabalho com a ONG? 

Eu tenho um sonho de fazer um projeto com idosos dentro da ONG.

Você já trabalhou em outro lugar que não tinha nada a ver com a ONG?

Sim, já trabalhei em empresas, já trabalhei em hospitais que, realmente não tem nada a ver com o trabalho que desenvolvo na ONG.

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