terça-feira, 29 de novembro de 2016

Entrevista com o oficineiro Felippe Rosell

Foto: Caetano

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem: Daniel, Gustavo

Entrevistamos Felippe Rosell, 31, que responsável pela oficina de mídias sociais para adolescentes, nos períodos da manhã e tarde.

Faz quanto tempo que você trabalha aqui? 
Estou com esta oficina há um mês, mas já tinha feito alguns projetos com a ONG no passado.

O que trouxe você ate aqui?Eu gosta do trabalho que o OIAEU faz . eu acredito na solidariedade e trabalho social.

Você gosta de trabalhar aqui?Gosto muito. O OIAEU faz um trabalho importante dando suporte para crianças e adolescentes e é muito bom ser parte disso.

Qual a importância das mídias sociais?
As mídias sociais são responsáveis por grande parte do contato entre as pessoas hoje em dia, através dela as pessoas se informam, se divertem e consomem. Então é importante conhecer e saber como lidar com ela em uma esfera particular e profissional, com inteligência e cuidado. 

Em que área você se formou?Sou formado em turismo pela Faculdade Cásper Líbero e especializado em gestão de negócios pelo SENAC.

Fale um pouco mais sobre você.
Moro em Suzano, sou solteiro, gosto de música, toco violão e gosto de assistir filmes e séries.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Pequenos fragmentos sobre o dia a dia da entidade.



Hoje vamos fazer um texto um pouco diferente do normal. Vamos postar alguns pequenos trechos com a visão dos adolescentes participantes da ONG. Abaixo seguem textos tanto da turma da manhã quanto da turma da tarde:


"Quando eu entrei no OIAEU eu aprendi sobre um monte de coisas sobre música,dança e artes, na aula do Jefferson. A aula do Felippe é uma nova oficina de textos ,entrevista , fotos e etc. 
Na aula do maestro eu aprendi a tocar flauta doce e depois eu vou a aprender tocar violino, flauta transversal e piano. A flauta fez uma grande diferencia na minha vida.
De vez em quando nos saímos para lugares diferentes também, este mês fomos ao Parque Centenário, por exemplo."   Kawane Gabrielle.




"Uma das minhas oficinas favoritas é a de dança, o oficineiro de dança é muito legal.

A dança é bom pra quem pratica esporte, para fortalecer os ossos, para melhorar a sua respiração e ajuda a se ter mais tempo de vida. Eu gosto muito da aula de dança, dança é muito bom para a saúde. Ela também ajuda os adolescentes e crianças a perder a timidez e a vergonha, além de você também poder aprender paços diferentes. Por isso é muito bom dançar."  Thiago Palacin Lopes.


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Entrevista com a coordenadora Célia de Fátima Carvalho

Foto: Reprodução Facebook.



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem: Beatriz Barbosa, Dario Leandro, Kauana Beatriz e Yasmim Pereira.


Entrevistamos a Célia de Fátima Carvalho, 57 anos, que é coordenadora e uma das fundadoras do OIAEU.


Como você teve a ideia de montar a ONG?

Foi um grupo, na verdade. No ano de 2000 nós fizemos uma entrevista com trinta crianças e adolescentes que trabalhavam nas ruas e diante desse problema resolvemos criar o projeto.

Com que objetivo o OIAEU foi criado?

Com o objetivo de transformar a sociedade para que seja mais justa, mais humana , mais respeitosa em relação às crianças e adolescentes da nossa cidade.


Qual foi a sua primeira impressão no incio?


Eu tive uma impressão bem legal, nós estávamos em um sonho de contribuir com a nossa cidade, fazer dela um pouco mais justa para todos.

Qual foi a maior dificuldade no começo?

Foi a falta de recursos e de estrutura, a gente não tinha uma sede e tínhamos que nos reunir na escola aqui perto aos domingos , trazíamos lanches para dar às crianças.

Por que o nome “OIAEU”? E, se pudesse mudar, qual escolheria?

OIAEU foi um nome criado por um artista plástico chamado Aroldo, que fazia parte do grupo de pessoas que queria transformar, aí ele criou esse nome e nós aceitamos. Eu não mudaria porque aonde vamos somos reconhecidos pelo nome, e isso é bem legal.

Qual é seu objetivo dentro da ONG?

Então, não é só meu e sim de um grupo de pessoas que tem a missão que é contribuir com o empoderamento de crianças, adolescentes e famílias que a gente ajuda a promover a inclusão social.

Quanto tempo faz que você trabalha no OIAEU?

Desde o ano passado, 2015. Eu sempre fui voluntaria, atualmente eu sou profissional.

Você se da bem com todos os funcionários?

Então, aqui a gente tem amizades profissionais e muito respeito, temos uma boa relação profissional.

O que você quer passar para as crianças e adolescentes?

Vocês são o principal objetivo da ONG, se não forem vocês não tem sentido o nosso trabalho e que vocês podem ajudar a ONG à ser um bom modelo.

Que mensagem você quer passar para os funcionários?

Que abracem a causa, aqui temos uma missão social e esperamos que os funcionários abracem esta causa e não estejam só pela questão salarial.

Você pensa em desenvolver algum outro trabalho com a ONG? 

Eu tenho um sonho de fazer um projeto com idosos dentro da ONG.

Você já trabalhou em outro lugar que não tinha nada a ver com a ONG?

Sim, já trabalhei em empresas, já trabalhei em hospitais que, realmente não tem nada a ver com o trabalho que desenvolvo na ONG.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Passeio ao Parque Centenário da imigração japonesa, 30/10

Foto: Jefferson Lima


Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais, autores: grupo da tarde.


Na sexta-feira, dia 30 de outubro, fomos ao Parque Centenário em Mogi das Cruzes. Enquanto nós estávamos no ônibus gritamos e cantamos bastante. Quando nós chegamos no parque, primeiro colocamos nossas coisas em um quiosque e depois demos a volta no parque inteiro. Depois fomos brincar e alimentar os ganços e os patos. Nós vimos um monte de bichos: pássaros, quero queros e outros que são "da hora" por que eles correm atras das crianças e é super divertido .

O parque é um lugar com vários espaços interessantes, lá temos como relaxar, conversar, brincar, tirar varias fotos. Ele tem o wi-fi de graça onde podemos pesquisar algo, ver videos engraçados e outras coisas. O Parque Centenário é um lugar onde há boas influências e com pessoas de todo o tipo. Infelizmente tem crianças que nem devem conhecer o parque. 

Nós agradecemos à direção da ONG OIAEU por este passeio que, não é o primeiro, e foi muito bom, nós agradecemos também aos educadores e colaboradores da entidade.

Fotos: Jefferson Lima


A visita também rendeu um poema:


Parque Centenário e as pessoas que convivemos.

Por: Joyce Alves

"Será que nesse mundo há lugares bons em que podemos conviver com pessoa que nem sequer conhecemos e com pessoas boas para se conhecer?

Você já ouviu falar do Parque Centenário? Mas, claro que já...

O parque centenário é um lugar lindo

Com muitas coisas pra se descobrir e conhecer

Mas deixa eu te fazer uma pergunta:

Como você pode ir a um lugar legal e não se perguntar quem faz o lugar?

Que tipo de pessoas passaram por aqui?

Elas são boas? Elas são ruins? Eles têm sentimentos? Que tipo de pessoa eles são?

Eu não sei, você sabe?

Não vamos julgar, pois nós somos seres humanos 


Não julguemos pela aparência, as aparências enganam. 

Nem pelo que fazemos, todos tem defeitos

Você já pensou em conhecer as pessoas que esta no mesmo lugar que você? 

Mesmo que a gente não conheça, dizer pelo menos um bom dia 

Se importar com as pessoas, mesmo as que nós não conheçamos.

Todos somos importantes, mesmo aqueles que não se sentem alguém na vida 

Faça essa pessoa se sentir importante

Mostre afeto, carinho, que você se importa.

Você e eu somos importantes, esqueça as diferenças 

Você pode mais do que você já conseguiu 

Juntos vamos abraçar aqueles que se sentem diferente de nós

Somos seres humanos, só muda o jeito de ser...

Esse recado e pra você que esta lendo

Você pode mais do que você já conquistou"

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Palestra com o autor Marcos Costa

Autor do livro: Binho o menino que tinha medo do conselho tutelar, faz palestra com crianças e adolescentes.


Fotos: Fernando, Larissa, Kauane e Veronica Scarcella.

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autores: Cauê Henrique, Fernando Teo dos Santos, João Marcos, Thiago Palacin Lopes e Vitor Ferreira.


No início do mês nós do turno da manhã tivemos a oportunidade de participar de uma palestra com o autor e educador Marcos Costa que, juntamente Lucineide Costa, escreveu o livro Binho, o menino que tinha medo do Conselho Tutelar. Todos gostaram da palestra do autor, apesar da maioria das crianças e adolescentes terem ficado com vergonha por ele ser um desconhecido para nós. 
Durante o encontro fizemos a leitura do livro para nos familiarizarmos com o assunto que ele tratava, Marcos realizou algumas atividades com as três em relação ao que sentíamos ao ouvirmos a expressão Conselho Tutelar.
Ele disse que o Conselho Tutelar não era bem o que pensávamos, que ele serve para proteger e garantir que os direitos das crianças e adolescentes estão sendo respeitados.
CJ Margarida e Lar Betânia foram duas das entidades que também marcaram presença no evento. Aprendemos muito sobre o assunto, aprendemos que conselho tutelar não é o monstro que algumas escolas fazem parecer ser quando o chamam por qualquer coisa que aconteça, e que Conselho Tutelar não rima com medo e sim com direitos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Festa em dobro

Fotos: Fernando, Larissa, Kauane e Veronica Scarcella.



Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autores: Cauê Henrique, Fernando Teo dos Santos, João Marcos, Thiago Palacin Lopes e Vitor Ferreira.
    
No dia 4 do mês de Novembro, tivemos uma manhã festiva aqui no C.A.A.T. OIAEU. Neste dia estávamos comemorando os aniversários do mês anterior junto a nossa festa do Halloween.

O educador dos adolescentes Jefferson, estava pintando o rosto de alguns alunos, outros já saíram de casa caracterizados. Nós adolescentes queríamos fazer uma sala do horror, para brincarmos com as crianças, mas para o nosso descontentamento não foi possível, porque a sala seria usada para o teste de visão, após o teste ganhamos algodão doce.

Antes do nosso assistimos à alguns vídeos de dança para nos divertimos um pouco, foi muito legal e até alguns dos funcionários dançaram juntos com a gente. Sem contar que durante a festa as mesas de pebolim e tênis de mesa estavam armadas lá no fundo da nossa casa.

Após o nosso almoço tivemos o nosso bolo, um de morango e outro de chocolate, ambos eram lindos e deliciosos por sinal.

Foi um dia de diversão e mal podemos esperar a comemoraçãodo mês que vem.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Entrevista com o educador Jefferson de Lima

   Entrevistamos Jefferson de Lima, 25 anos, educador da ONG OIAEU para saber um pouco mais sobre ele e seu trabalho na ONG.


                                                                                                                       Fotos: Fernando, Larissa, Kauane e Veronica Scarcella.


Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Reportagem:  Beatriz Barbosa, Dario LeandroKauana Beatriz e Yasmim Pereira.

Qual é o seu objetivo dentro da ONG?
Que vocês saiam da ONG diferente de como entraram.

Como você conheceu a ong? E qual foi a sua primeira impressão ? 
Eu conheci o OIAEU através de um amigo com quem eu trabalhava, fomos convidados para pintar a antiga sede, depois fui chamado para uma reunião, fizeram um teste, virei oficineiro e estou aqui até hoje. No começo eu fiquei com medo, porque era uma experiência nova.

Há quanto tempo você trabalha na ONG?
Eu tenho um vínculo com a ONG desde 2011.

O que você quer passar para as crianças e adolescentes da ONG?
Eu quero passar uma coisa diferente, não só brincadeira, quero mostrar um pouco da minha arte de como eu sou, e do que a ONG pode passar de melhor para vocês.

Você pensa em ter trabalhos futuro com a ong?
Sim, eu penso em fazer muita coisa boa com ong, eu tenho muita coisa a passar, e muita coisa boa que eu quero fazer aqui dentro da ong.

Por que você resolveu seguir o rumo artístico?
Desde pequeno ,quando eu tinha 9 anos, meus pais e meus tios começaram a me incentivar a seguir o rumo artístico.

Em que artista você se inspirou?
Em Michelangelo, gosto do Leonardo da Vinci, mas prefiro Michelangelo.

O que é arte para você?
A arte para mim é tudo, é o que eu sei fazer.

Qual foi a sua maior dificuldade em trabalhar com arte?
Minha maior dificuldade foi ensinar o que eu sei fazer.

Onde você mora ? E a quanto tempo ?
Em Mogi das Cruzes, à 25 anos.

Você se dá bem com todos os seus colegas de trabalho?
Sim, com todos.

Muito obrigado pela entrevista!
Eu que agradeço

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Dança

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autora:Joyce Alves dos Santos

A dança é tudo para mim eu aprendi coisas importantes com ela que não apenas uma dança.

A dança te dá força de vontade, dedicação e concentração.

Na aula você sempre vai ter alguém pra te ensinar, seu professor de dança. Ele é como um espelho que você tem que observar para adquirir coisas boas pra sua vida, quem te faz aprender que na sua vida você vai sempre ter alguém em quem se espelhar e dizer: eu quero ser sim, eu quero ser alguém na vida. 

A dança é um modo de você se expressar, tudo que fazemos, se percebermos quando estamos fazendo uma dança com certo um ritmo na aula, ele tem um significado e você não precisa falar para demonstrar que a dança é tudo pra você.

Há dançarinos profissionais que sabem fazer todo tipo de dança, mas o importante é que quando eles dançam contagiam as pessoas, chegam a tocar o coração de quem assiste e os inspiram a querer dançar e prender os ritmos para também se expressar. 

Isto é o importante na dança, se expressar e dizer o que aquele dança significa para você, dançar no meio da multidão mesmo achando que vai passar mico e que todos vão rir de você. Mas não, com a dança você adquire postura e confiança no ritmo para fazer aquela dança contagiar quem assiste.


Então invente uma dança, coloque uma música e tente fazer as pessoa entender o que você quer transmitir.


Toque o seu coração para você entrar no ritmo da dança

terça-feira, 1 de novembro de 2016

1º Manifestação pelos direitos das crianças e adolescentes do OIAEU


1º Manifestação pelos direitos das crianças e adolescentes do OIAEU


OIAEU protesta pelos direitos de crianças e adolescentes de Ferraz de Vasconcelos

Texto produzido na Oficina de Mídias Sociais. Autores: Cauê Henrique, Fernando Teo dos Santos, João Marcos, Thiago Palacin Lopes e Vitor Ferreira.


Alguns dos adolescentes do C.A.A.T ´´oiaeu``, participam das reuniões do FMDDHCA/FV (fórum municipal de defesa dos direitos humanos da criança e do adolescente)e, em um evento realizado por esse fórum, todos os candidatos a prefeitos – inclusive Zé Biruta – assinaram a carta 26 – que representa os 26 anos do E.C.A (Estatuto da Criança e do Adolescente), esta carta apresenta os 26 pontos mais importantes de todos os nossos direitos.

Aproveitando que o nosso futuro prefeito Zé Biruta comprometeu-se a cumprir com os pontos da carta, e, como todos sabemos que se não cobrarmos nada ira acontecer, escolhemos um funk e fizemos uma paródia, com a ideia de fazermos uma manifestação para cobrarmos do nosso prefeito os nossos direitos em questão de: educação, saúde, lazer, convivência familiar e comunitária, etc. Outro motivo para o nosso protesto é a melhoria da condição de trabalho dos funcionários municipais, também queremos mudar Ferraz de Vasconcelos, queremos ter quadras esportivas de boa qualidade, para a prática de basquete, de futebol, pistas de skate e etc...

Estamos em busca de patrocinadores, bancos, supermercados e empresas em geral. Também precisamos de professores de música popular, capoeira e outras artes-marciais. Todos sabem que isso é muito importante para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. 

Essa manifestação não será pequena, por hora podemos confirmar que a primeira manifestação será em frente a estação de Ferraz de Vasconcelos, só a data que não está confirmada, mas quando estiver divulgaremos em nossas redes sociais e por aqui no blog. Esperamos que esta não seja a única e que tenhamos muitas manifestações por toda cidade.